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Conheça o número de alimentos produzidos para a Romaria

Ao comentar os números de alimentos percebe-se que são expressivos, de modo que aguardam 1.500 pessoas para o almoço, e contando com quem trabalha, 1.750 pessoas no dia da Festa, na segunda-feira, dia 11. Nas quermesses, sempre é recebido um grande público, normalmente o caramanchão e o salão lotam. Neste ano serão realizadas em quatro noites. São fritos mais de mil pastéis (grandes) por noite da quermesse e em torno de 1.300 cachorros-quentes, sem contar batatinhas e docinhos, entre outros. Além disso, foram confeccionados, durante os dias 26 e 27, 1.261 sacos de grostoli para venda nas quermesses. Dulce e Moacir contam que foi preciso o sábado e domingo com toda a equipe envolvida para fazer a massa, confeccionar os grostolis e fritá-los. 
A equipe já se preparou para as quermesses. Dulce acredita que por noite serão necessários em torno de 1.000 pastéis, que são fritos conforme necessário, de modo que deixarão prontas 500 unidades para iniciar a venda após a missa, pois um grande número de pessoas chega e precisa ser servido. Além disso, deixarão também em torno de 800 cachorros-quentes prontos. Depois, confeccionam os alimentos conforme a necessidade, a fim de não desperdiçar. E como são diversos pontos de venda, é preciso que um responsável circule e informe às cozinheiras como estão os estoques.“A cada ano temos mais experiência. No primeiro ano que assumimos a cozinha não tínhamos muita noção, mas a comissão gostou do trabalho e pediram que continuássemos”, conta Moacir.
O trabalho, nos dias das quermesses, inicia às 8h, pois é preciso preparar o molho para os cachorros-quentes, o recheio para os pastéis e a massa. Ao serem questionados qual a hora da noite que vão para casa, os dois se olham e dizem “não tem hora, ficamos até que precisar, normalmente até a madrugada, 2h ou 3h”, relatam. 
Para a grande festa os números também são expressivos: serão confeccionados no domingo que a antecede, dia 10,  de 5 a 6 mil pastéis, para que possam iniciar a venda na segunda-feira, às 6h. E no dia da festa o trabalho na cozinha inicia às 3h da manhã, quando serão feitos mais 6 mil pastéis, além dos canudos, maionese, saladas, entre outros. Nesse ano, a sopa contará com 120kg de capeletti, comprados, pois não há condições de confeccioná-los.  “O último ano que os capeletis foram feitos por nós foi em 2016, e quando nós assumimos a coordenação, terceirizamos, porque não tem mais como dar conta de tudo”, conta Dulce. 

Ao pensar na quantidade de trabalho e na equipe, Dulce e Moacir destacam que precisam de pessoas novas, cheias de vida, pois a maioria que auxilia são pessoas de idade. Na cozinha são 30 pessoas, além de 30 festeiros e mais cerca de 15 pessoas das coordenações, ou seja, é preciso de mais de 70 pessoas muito envolvidas para a realização da Romaria. No dia da festa, trabalham cerca de 250 pessoas. 
E mesmo depois de todo o trabalho, Dulce conta que quando chega o final da festa ela não se sente cansada e acredita que seja uma graça de Nossa Senhora de Lourdes. Moacir diz: “é uma força que ela nos dá”. É possível notar que o trabalho realizado por eles e pela equipe depende de muito amor e devoção, pois dedicam as suas horas livres, finais de semana e diversos momentos do ano para reunirem-se e organizar a festa.