Lojistas colocam manequins com cartazes de protestos em vitrines de Serafina Corrêa

Por conta do decreto Estadual em todo Rio Grande do Sul fica em bandeira preta até o dia 21 deste mês, vários segmentos foram mantidos fechados por conta desta decisão. Apenas serviços considerados essenciais mantiveram-se abertos, com restrições. Já outras atividades que form consideradas como não essenciais, só podem funcionar na modalidade delivery. Foi o caso do comércio varejista, bares e restaurantes. A decisão do governo deixou muitos comerciantes insatisfeitos.

Em Serafina Corrêa, empresários inconformados com o fechamento do comércio, afixaram cartazes nas vitrines de seus estabelecimentos, na manhã desta quarta-feira (10), com frases de apelo para chamar a atenção das autoridades municipais. 

Para os proprietários de lojas, essas restrições podem provocar um problema maior: falência e desemprego. De acordo com eles, a situação do comércio é preocupante e fechar não é a solução. “Estamos tentando uma sensibilização do poder público. O comércio tem sofrido crises antes da pandemia. Agora, a situação piorou. Respeitamos a questão da saúde pública, mas precisamos trabalhar. Essas, com certeza, não são as vitrines que gostaríamos de mostrar, mas é a nossa realidade. O comércio não pode pagar a conta da irresponsabilidade de muitos. Todo trabalho é essencial desde que gere sustento a alguém. Temos que combater o vírus, mas não proibindo a gente de trabalhar”, disseram.

Com informações da Odisséia Fm

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