Horóscopo do dia: confira o que os astros revelam para esta quarta-feira (11/3)
Veja o horóscopo por Oscar Quiroga para desvendar esta quarta-feira, 11 de março, de acordo com cada signo
ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4)
TOURO (nascimento entre 21/4 a 20/5)
Se de repente tudo começar a parecer perigoso demais e a alma for tomada por um ataque de ansiedade, respire fundo, é tudo ilusão, porque ainda que haja perrengues infinitos para resolver, tudo irá da melhor forma possível.
GÊMEOS (nascimento entre 21/5 a 20/6)
CÂNCER (nascimento entre 21/6 a 21/7)
Arrumar a bagunça é um exercício terapêutico que serve para você também ordenar um pouco os pensamentos, se livrando do entulho que atrapalha a percepção e diminui a clareza. Abra as gavetas e jogue fora o entulho.
LEÃO (nascimento entre 22/7 a 22/8)
VIRGEM (nascimento entre 23/8 a 22/9)
Às vezes, dá vontade de mandar tudo para o inferno, mas considerando que dá essa vontade porque certas pessoas tornam tudo um inferno, melhor você orientar sua mente e coração numa outra direção diferente.
LIBRA (nascimento entre 23/9 a 22/10)
ESCORPIÃO (nascimento entre 23/9 a 21/11)
As preocupações financeiras merecem descanso, porque está mais do que provado que na hora da ansiedade a alma não toma boas decisões. Por isso, descanse, suas preocupações estarão aí quando tiver saudade delas.
SAGITÁRIO (nascimento entre 22/11 a 21/12)
CAPRICÓRNIO (nascimento entre 22/12 a 20/1)
A quietude é imprescindível num dia como hoje, porém, não espere que essa seja o resultado das circunstâncias ou da influência do meio ambiente, porque por aí será tudo o contrário. Decida a quietude no seu íntimo.
AQUÁRIO (nascimento entre 21/1 a 19/2)
AQUÁRIO: Quando falamos que o mundo anda assim ou assado, é bom se lembrar que o mundo é feito de pessoas e, como você é também uma pessoa, ao falar do mundo, você se refere a todas as pessoas, inclusive você. É assim.
Reserve o dia para fazer planos, mesmo que esses sejam tão mirabolantes que a probabilidade de realização seja próxima ao impossível. Há dias em que a alma precisa ser livre para viajar na maionese.
Fonte: Correio Braziliense