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Por mais passos do Marcelo Henrique

Marcelo Henrique tem paralisia cerebral e baixa visão. Foi lançado a vakinha, para arrecadarmos esse valor mais rápido e para que possamos continuar a oferecer o melhor para suas evoluções e principalmente com segurança.

O casal Daniela Dalssasso e Airton Ochi acalentou por cinco anos a esperança de ter um filho. E ele chegou: Marcelo Henrique, hoje com três anos. Porém, o pequeno simpático que adora beijos já enfrentou suas dores. Ele nasceu prematuro e, aos cincos dias, teve uma parada cardiorrespiratória que ocasionou lesão cerebral.

Os pais, ela, agente de saúde, e ele, extrator de basalto, não medem esforços para oferecer ao Marcelo as melhores condições para seu desenvolvimento. Todas as quintas-feiras, Marcelo é levado à clínica de reabilitação neurológica, localizada em Nova Hamburgo, e vão a Porto Alegre para fazer estimulação visual. O transporte é feito pelo Município de Protásio Alves.

Daniela relata que a clínica é paga pelo Instituto de Previdência do Estado (IPE), o tratamento na capital do Estado e a fisioterapia realizada em Protásio Alves são custeados pelos pais. Marcelo também recebe atendimento na APAE de Nova Prata, nas terças-feiras, e enquanto os pais trabalham, ele fica na escola de educação infantil do município.
- Eu consegui redução da carga horária prevista em lei devido às condições do meu filho. Consigo trabalhar tranquila quando ele está na escola, pois sei que ele é muito bem atendido – relata a mãe.
A renda de Daniela e Airton, cerca de R$ 3 mil mensais, é investida nos cuidados que a condição do filho merece. As reservas da família também foram consumidas pelo alto custo de tudo o que o Marcelo precisa.
- Na clínica em Nova Hamburgo, temos o tratamento pago até março de 2020 (particular custaria cerca de R$ 75 mil). Mas só conseguimos através de ação judicial a qual novamente vamos recorrer para garantir a continuidade já que ele demonstrou avanços. Ele precisa de um novo andador (o que usa é doado), pois cresceu; a órtese do Sistema Único de Saúde (SUS) não funcionou e a articulada custa cerca de R$ 1.800; ele também precisa de um equipamento chamado movi corpo que vale R$ 5.500 - contabiliza a mãe.

O tratamento realizado em Novo Hamburgo também faz necessário um mês de atendimentos diários, quando a mãe e mais uma pessoa precisam ficar perto da clínica. Com o aluguel e outros gastos, há mais uma despesa superior a R$ 1.800. O andador especial conhecido como “treinador de marcha modelo grillo", é fabricado pela empresa Kapra Medical e tem o valor estimado em R$ 25 mil.

Por tudo isso e para dar melhores condições de vida ao pequeno, a família lançou a vaquinha on-line “Por mais passos do Marcelo Henrique “. Contribuições também podem ser feitas através das contas bancárias em nome de Marcelo Henrique Dalssasso Ochi, CPF 051.958.670-03.
Como ajudar:  site da vakinha online

Banrisul- agência 0285- conta 39.095540.0-4
Sicredi - agência 0259 - conta: 68811-8
Os telefones para contatos são: (54) 99994.5334, com Daniela, e 996177972, com Airton.

Texto: Sonia Reginato
Foto: arquivo pessoal