“O que me protegeu, foi o cinto de segurança”, revela veranense que sobreviveu a acidente

Pegar a estrada, seja para uma viagem de férias, um compromisso ou a trabalho, é sempre um risco. O trânsito

Pegar a estrada, seja para uma viagem de férias, um compromisso ou a trabalho, é sempre um risco. O trânsito brasileiro é o quarto mais violento do continente americano, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Mais de 100 milhões de veículos estão em circulação no país, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Com tantos veículos utilizando as estradas do Brasil, algumas em condições precárias, ainda se ouve falar muito mais de medo de viajar de avião do que em veículos terrestres. Para o comissário de voo, Wagner Buratto, de Veranópolis, que hoje mora em São Paulo, voar é algo comum e tranquilo, e foi em um carro que ele teve um grande susto. Com frequência visita os familiares e amigos no município e, na volta de uma dessas visitas, Buratto sofreu um acidente de trânsito.
Foi há dois anos, em maio de 2020, quando estava voltando de Veranópolis para São Paulo. “Foi durante o dia, tinha um leve chuvisco. Havia óleo na pista e o carro perdeu a estabilidade”, recorda. Ele relata que estava dirigindo na velocidade dentro do limite permitido, o que não ocasionou danos mais graves, apenas o susto e pequenas escoriações. “Foram apenas machucados leves”, comenta.
Passar por uma situação como essa traz outras questões além dos traumas físicos. “Após o acidente, veio o pensamento de que a vida pode ser perdida em uma fração de segundos. Deste modo, deve-se dar mais valor às relações interpessoais (amigos, família) e estar de bem com as pessoas”, reflete.
Com a experiência, seguir a legislação e ter consciência no trânsito tiveram ainda mais relevância no dia a dia. “Percebi o que é super importante, e que me protegeu, foi o cinto de segurança! Por isso, o respeito ao que é estabelecido por leis, é de suma importância: limite de velocidade, uso do cinto de segurança e manutenção do veículo”, avalia o comissário.