A humanidade, desde que se há registro, sempre foi uma espécie que trazia consigo a fé em algo que talvez não pudesse ser explicado em palavras, ou transmutado para uma representação em figuras. Desde as mais históricas migrações que temos conhecimento, cada povo sempre levava consigo seus sacerdotes e símbolos que representassem a sua religião. Assim também ocorreu quando os imigrantes italianos vieram ao Brasil, em busca de um futuro melhor para si e para os seus, se instalando na Serra Gaúcha.
Além da necessidade de moradia e alimentação, havia também o anseio de professar a sua fé. Com o passar dos anos, as colônias já haviam se consolidado com sua persistência em transformar a região em um lar, trabalho, solidariedade e fé, foi quando iniciou-se a caminhada civil e religiosa.
Então, há 100 anos, sete municípios deram seus primeiros passos para que houvesse um desenvolvimento religioso dentro de suas fronteiras e tiveram paróquias canonicamente erigidas por Dom João Becker, arcebispo de Porto Alegre: Cotiporã, Fagundes Varela, Nova Prata, Paraí, Protásio Alves, Veranópolis e Vista Alegre do Prata.
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