Morre o padre Sérgio Renato Nicoletti

Ele atuou por mais de 12 anos em Vista Alegre do Prata, além de outros municípios

Confira a nota da Diocese de Caxias do Sul:

Com profundo pesar, a Diocese de Caxias do Sul comunica o falecimento do padre Sérgio Renato Nicoletti, aos 81 anos, ocorrido nesta sexta-feira, 22 de julho. Natural de Galópolis – Caxias do Sul/RS, atualmente residia na “Casa do Padre”, em Caxias do Sul.

O velório terá início hoje, às 20h, na Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, em Galópolis – Caxias do Sul-RS, com Missa de corpo presente amanhã, 23 de julho, às 09h30min. Após, o sepultamento acontece no Cemitério de Galópolis.


Foto: Aires Battistel

Biografia

Padre Sérgio Renato Nicoletti, filho de Miguel Nicoletti e Adelina Farner Nicoletti, nasceu aos 04 de maio de 1941, em Galópolis – Caxias do Sul/RS. Após os estudos de Filosofia e Teologia no Seminário Central de Viamão, foi ordenado diácono em 10 de setembro de 1970, e recebeu a ordenação sacerdotal em 08 de dezembro do mesmo ano, na Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, em Galópolis. Ao longo de seu ministério pastoral trabalhou nas seguintes paróquias: São José, de Cambará do Sul, e São Sebastião, de Jaquirana (1970-1971); Santa Maria do Belo Horizonte, de Cazuza Ferreira (1972-1974); São Lourenço Mártir, de Coronel Pilar, e São Marcos, de Marcorama, em dois períodos (1975-1978 e 1994-1996); São José Operário, em Torres (1979-1980); Nossa Senhora do Rosário de Pompéia – Galópolis, em Caxias do Sul (1981-1984); São Francisco de Assis, de Monte Belo do Sul (1984-1993); São José, em Vista Alegre do Prata (1997-2009); Sagrado Coração de Jesus, em Antônio Prado (2010-2012). Entre os anos de 2012 e 2015, residiu na Casa do Padre, em Caxias do Sul, para cuidados de saúde. Em 2016 passou a auxiliar na Paróquia São José, em Caxias do Sul. Em 2019 passou a residir na Casa de Saúde Pe. Pedro Rizzon, em São Marcos e, posteriormente, de volta à Casa do Padre, em Caxias do Sul.

Ao longo de 51 anos de vida sacerdotal, padre Serginho, como era carinhosamente conhecido, nos deixa um profundo testemunho de fé, humildade e serviço, doando sua vida ao Povo de Deus, na Igreja de Jesus. Pedimos ao Senhor da Glória, que acolha este nosso irmão em seu Reino e lhe conceda a recompensa do servo bom e fiel, para que viva eternamente na alegria do seu Senhor (cf. Mt 25,23).