O pai e a sua força

Janine Faganello Zanella
Psicóloga Clínico-Organizacional – CRP 07/11286
MSc Business Psychology (London Metropolitan University – Inglaterra)
Especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (UNISINOS)
Pós-graduada em Ensino à Distância (UNOPAR)

O pai, ou quem representa esse papel na vida de alguém, tem uma importância inestimável. Não é igual à mãe, nem maior, nem menor, mas é quem complementa. 
Desempenhar o papel de pai é também um desafio, afinal, ele não aprende através de um manual. 
Ele age com o que acredita que é certo, como aprendeu, e reproduz, em todos os sentidos, mesmo sem a garantia de qual é o melhor caminho. 
Muitos pais projetam em seus filhos suas esperanças, seus sonhos, e também deixam suas marcas, podendo até mesmo achar que conseguem curar suas próprias feridas através das conquistas que incitaram. Porém, um filho não é alguém que vem pra salvar o pai, mas para ser ele mesmo. 
O pai pode ser o modelo de super herói e é o poder do seu  próprio exemplo que ensina a voar. É dele que vem o impulso, mas também o limite; que encoraja a avançar para conquistar o mundo, ajudando a construir asas. 
O pai ideal? Não existe. Simples assim. 
Mesmo que um filho não concorde com ele, sempre saberá que a sua essência vem do seu olhar para trás e ver-se quando era menor que ele. 
Parabéns a todos os que são pais nas suas múltiplas facetas, todos os dias e, que se renovam e buscam energia mesmo diante de todos percalços da vida, mas que mostram a importância de seguir e não desistir.